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quinta-feira, 2 de junho de 2016

Crítica Flash: Segunda Temporada

 
 



   Se você não quiser spoilers sobre a segunda temporada, faça o favor de parar de ler agora.
   Feito o alerta vamos ao que achei da segunda temporada:
   Primeira coisa que achei bastante interessante foi apresentarem o multiverso da DC. A terra 2 e suas várias possibilidades.
   Logo de cara somos apresentados ao personagem de Jay Garick que vem alertar ao Flash sobre um vilão chamado Zoom, que vem da Terra 2. Mais tarde descobrimos que ele e Zoom são a mesma pessoa. Interpretação bem legal de Teddy Sears para o personagem.
   


   Somos apresentados a versões diferentes dos habitantes da nossa Terra para a Terra 2 o que faz com que tenhamos de volta o excelente ator Tom Cavaganh interpretando outro Harrison Wells.

   Os produtores brincam muito bem com as questões da viagem no tempo e suas consequências. No final temos a morte do pai de Barry e a tristeza abate Barry. É interessante a forma que ele vence o Zoom ao se duplicar e sacrificar uma de suas versões.  E no final surpreendente nos remete a série FlashPoint ou ponto de ignição, quando ao final da temporada, o Flash volta no tempo e salva sua mãe. No gibi este ato muda a história de diversos heróis. Um mundo, por exemplo, onde Bruce Wayne morreu e seu pai virou o Batman.
  E agora? Vamos ver uma versão de Ponto de ignição com os heróis da DC da TV?
  Aguardando ansioso a 3 temporada

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Serviço Público e o Esvaziamento do Estado

   

   Serviço Público e o Esvaziamento do Estado


   Não sei se alguém ganha alguma coisa com isto, se é maldade ou se é porque, teoricamente é uma decisão mais fácil ou mais popular, mas sempre que se fala em crise, em cortar despesas ou fazer ajustes , se fala em prejudicar de alguma forma o serviço público.
   O servidor público, em geral, é tido como preguiçoso ou acomodado. Mas generalizar é muita burrice ou má vontade. É claro que existem servidores públicos ruins, como temos vários profissionais ruins em diversas áreas. Como por exemplo médicos que mal olham na sua cara e você pagando um plano de saúde caríssimo.
   Na verdade sinto que muitas das dificuldades do serviço público são derivadas de falta de planejamento, sucateamento de órgãos e falta de pessoal.
   Eu, por exemplo, trabalho em um órgão em que o último concurso foi feito em 2001. Muita gente saiu por aposentadoria ou por ter conseguido outras oportunidades e o serviço só aumentando.
   Para agravar a situação dos servidores, quando falamos de aumento somos mercenários e não ganhamos nem seque o reajuste da infração: vide ano passado quando recebemos 5% de aumento dividido em 3 vezes, ridículo.
   A situação de sucateamento, proposital ou não, vai acabar em tornar os órgãos privatizados. Sem concurso nem previsão para fazê-los, qual a saída? Terceirizar. Será que terceirizar por terceirizar vai ser bom?
   Isto me lembra a situação de antes de 1988, onde a cada eleição mudavam os funcionários dos órgãos ao bel prazer do político da vez. Voltaremos ao passado, onde concurso era exceção? E qual o motivo da lei de responsabilidade fiscal ser tão dura com os servidores e não citam a terceirização? Terceirização também é gasto com pessoal travestido de contrato.
   Para completar, vemos notícias de que o governo federal quer negociar as dívidas dos estados condicionando a não darem aumento nem fazer novos concursos.
   Não, não somos o problema. Os servidores, muitas vezes, são quem protegem a sociedade dessa política suja. Vide o belo trabalho dos auditores da CGU.
   É lamentável e preocupante que cheguemos neste estágio. 
   Espero que a sociedade acorde e fique alerta para os problemas deste esvaziamento do Estado. 

terça-feira, 24 de maio de 2016

Novos valores das infrações

 
   Em Novembro vão passar a valer os novos valores das infrações de Trânsito:

 

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